Qualquer uma das plaquinhas que identificam as 140 espécies vegetação cultivadas no horto de vegetação curso plantas medicinais da Universidade Federal do Ceará (UFC), em Fortaleza, traz em ressalto a frase povo usa para…”. Trata-se de uma referência respeitosa à função terapêutica atribuída pelos sertanejos à raiz, casca, folha, flor ou fruto das ervas ou árvores lá existentes.

A espinheira-santa é capaz de facilitar a vida do qual tem gastrite, úlcera e também complicações no sistema estomacal. A planta despertou a atenção de cientistas paranaenses nos anos de 1920. E, a começar de a década de 1970, vem provando seu medida nos testes feitos em renomados centros de busca brasileiros. A ?força? da espinheira está no maetanino, substância presente nas folhas. Este que ajuda estômago enquanto volume de suco gástrico diminui, equilibrando a acidez. A exclusivamente versus-indicação é para mulheres grávidas ou que estão amamentando.

Na sociedade em que vivemos é generalidade uso de vegetação medicinais em ritos religiosos, tratamento medicamentoso popular e científico. Recorrer à natureza como forma de sanar enfermidades é de longa data, até mesmo porque os recursos sistematizados nem continuamente estiveram disponíveis à população ou ainda estão em processo de desenvolvimento científico.

No Brasil, os fitoterápicos são regulamentados como medicamentos convencionais e passam por um processo de avaliação gêmeo, sendo registrados somente quando cumprem as exigências dos quesitos de controle de qualidade, segurança e também eficiência comprovada.

As substâncias encontradas nas vegetação que permitem a cura ou tratamento de doenças variam de espécie para espécie e também usualmente estão relacionadas com a defesa da planta e também com a atração de polinizadores. Essas substâncias, quando possuem ação farmacológica, dão à vegetal a classificação de medicinal.